LUGAR
NENHUM.
PLEBE Rude. Nunca fomos tão
brasileiros. EMI-Odeon, 1987.
Em 1987,
após o fracasso do Plano Cruzado, criado pelo presidente José Sarney, o Brasil estava
novamente no olho do furacão de mais uma crise econômica, com desemprego e
inflação de três dígitos.
A banda brasiliense,
Plebe Rude, no ano anterior, tinha vendido 200 mil cópias de seu disco
O concreto já rachou, mas
isso já era outro Brasil. Nunca mais em sua história, venderiam tantos discos
assim.
Nunca fomos tão brasileiros chegou mais raivoso ainda. O
país sentia-se traído pelo governo. Sarney tinha empossado as donas de casa
como suas fiscais, para o controle dos preços congelados, e logo após as
eleições para governador de estado e deputados, autorizou o descongelamento dos
preços, levando para as alturas as tarifas de energia elétrica e gasolina, e tudo o que se seguia.
Os militares haviam saído de cena, e as velhas raposas haviam tomado conta do galinheiro.
Os militares haviam saído de cena, e as velhas raposas haviam tomado conta do galinheiro.
Nunca fomos tão brasileiros é testemunha ocular dessa
cena particular da história do Brasil.
TRACK BY TRACK
- Bravo Mundo Novo **
- Nova Era Techno **
- 48 **
- Não Tema **
- Censura ***
- Nada **
- Nunca Fomos Tão Brasileiros **
- A Ida ***
- Consumo ***
- Códigos **
- Mentiras Por Enquanto **
A BANDA:
Philippe Seabra – Guitarra e voz;
Gutje – Bateria;
André X – Guitarra e voz;
Jander Bilaphra – Baixo.
Ouça a faixa Censura em nosso canal do Youtube: https://youtu.be/mECjZGbYj_4
Leia mais sobre o caos do governo democrático em www.historianaolinear.blogspot.com.br

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