DA NEW WAVE AO PÓS-PUNK.
METRÔ. A mão de Mao.
Epic, 1987.
No
início da década de 1980, a banda Metrô surgiu com grande sucesso, graças aos
hits Beat acelerado, Tudo pode mudar,
Sândalo de dândi e Tititi. Essa última abria a novela
global de mesmo nome.
Figura
frequente no Cassino do Chacrinha, o sucesso subiu à cabeça da vocalista
Virginie, que resolveu largar a banda e partir em carreira solo.
A
banda reformulada, agora com o português Pedro d'Orey no vocal, lança em 1987,
o seu segundo disco, A mão de Mao, em uma guinada
de 180 graus, abandonando as canções new wave da primeira fase e adentrando de
uma vez no cenário rock and roll.
O
crítico musical Luís Antônio Giron, rasgava-se em elogios à época do
lançamento. “Nas nove faixas deste LP [...], o rock
nacional galga um quarto patamar estético [...] em que o jazz se soma ao rock
progressivo. O metrô de linhas tímidas desabou. Viva o Metrô.”[1], derretia-se.
Infelizmente,
com a crise econômica do período, e a fraca recepção do público quanto à
mudança de linha sonora do grupo, o LP não conseguiu um bom volume de vendas, o
que acarretou a dissolução da banda em 1988.
A
banda se reuniria em 2001, com a volta de Virginie nos vocais, no movimento de revival dos anos 80.
O DISCO:
1.
A
mão de Mao **
2.
Habhitantes
**
3.
Cinema
branco **
4.
Atlântico,
7 de novembro ***
5.
Boca **
6.
Gato
preto ***
7. Ahnimais (Wiss) **
8. The red player (Idiot love) **
9. Lágrimas imóveis **
A
BANDA:
Pedro d’Orey – vocais
Dany Roland – bateria
Alec Haiat – guitarras
Yann Laouenan – teclado
Xavier Leblanc - baixo

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