quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PRA ONDE VAI O MUNDO?





OS REPLICANTES. O futuro é vortex. RCA. 1986.

Surgida em Porto Alegre, em 1983, a banda Replicantes é o maior nome do punk-rock do início do BRock gaúcho. Seu nome foi inspirado no filme Blade Runner (1982) de Ridley Scott, com Harrison Ford e Sean Young, onde havia uma disputa entre os humanos e um grupo de androides chamados replicantes.

A banda fez a sua primeira apresentação em 16 de maio de 1984, no Bar Ocidente, em Porto Alegre, para logo após gravarem um compacto contendo Nicotina, Rockstar, O futuro é vortex e Surfista calhorda. Esta última se tornou seu maior sucesso.

O compacto vendeu duas mil cópias e permitiu que Os Replicantes fossem convidados para participarem das coletâneas Rock Garagem e Rock Grande do Sul (já publicada pelo Hail Rock).

Após a participação nas coletâneas lançaram seu primeiro disco, O futuro é vortex, pela RCA, despontando como os primeiros ícones do punk-rock gaúcho.



Lado A

1. "Boy do Subterrâneo"   (Carlos Gerbase, Heron Heinz) **

2. "Surfista Calhorda"   (Carlos, Heron) ***

3. "Hippie-Punk-Rajneesh"   (Carlos, Heron) **

4. "One Player"   Carlos, (Cláudio Heinz) **

5. "A Verdadeira Corrida Espacial"   (Carlos, Cláudio) 2:24 ***

6. "O Futuro é Vortex"   (Carlos, Heron) **



Lado B

1. "Choque"   (Carlos, Heron) **

2. "Ele Quer Ser Punk"   (Carlos, Cláudio) **

3. "Motel da Esquina"   (Cláudio) **

4. "Mulher Enrustida"   (Cláudio, Heron) **

5. "Hardcore"   (Carlos, Heron) *

6. "O Banco"   (Heron, Luciana Tomasi) **

7. "Censor"   (Carlos, Heron) **

8. "Porque Não"   (Carlos, Cláudio, Heron) **



A banda:

Wander Wildner (vocal)

Cláudio Heinz (guitarra)

Heron Heinz (baixo)

Carlos Gerbase (bateria)



Ouça a faixa A verdadeira corrida espacial, com Os Relicantes em nosso canal YouTube em https://youtu.be/tYuWRJPzbAg

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017


BOLACHA FINA



FINIS AFRICAE. Finis africae. EMI-Odeon. 1987.



Nem só de Legião Urbana e Capital Inicial viveu o rock de Brasília, mas também de Finis Africae, nome inspirado no livro O nome da rosa, de Umberto Eco.

A banda lançou um Extended Play (EP) em 1985 pelo selo independente Sebo do Disco, mas somente quando foi contratada pela EMI, que já tinha em seu catálogo a banda de Renato Russo e a turma de Herbert Vianna, alcançou relativissimo sucesso.

O disco lançado em 1987, na ressaca econômica do Plano Cruzado II, trazia um rock sofisticado, de muito bom gosto, associado a uma cozinha funk, com temática gótica, o que aqui no Brasil ficou sendo conhecido como “dark”.

A banda trazia influências de Joy Division e Bauhaus, com clima deprê e guitarras fortes.

É difícil, inclusive, escolher uma única faixa entre tantas canções de responsa.



TRACK BY TRACK

LADO A

1.      Deus ateu **

2.      Vícios **

3.      Chiclete ***

4.      Mentiras ***

5.      A última do lado A ***

LADO B

1.      Ask the dust ***

2.      Deserto ***

3.      Armadilha ***

4.      Máquinas ***

5.      Círculos ***

A BANDA:

Eduardo Moraes – vocais

Neto Pavanelli – baixo

Ronaldo Pereira – bateria

José Flores – guitarra



Ouça Máquinas em nosso canal do Youtube: https://youtu.be/F8-bG_wvBE4



Descubra o que é um documento histórico em www.historianaolinear.blogspot.com.br

domingo, 15 de janeiro de 2017


AO VIVO NO ESTÚDIO.



SMACK. Ao vivo no Mosh. Baratos Afins. 1985.

Se o BRock pudesse ser personificado em alguém, seria em Edgard Scandurra.
Autoditada e exímio guitarrista, além de ser canhoto, Scandurra ajudou a criar e fez parte da formação inicial de Ultraje a Rigor, Cabine C, Voluntários da Pátria, Mercenárias, Ira e Smack.

Com a última lançou Ao vivo no Mosh, que na verdade não é um disco ao vivo, apenas não tinham dinheiro para gravar sessões com overdub e fizeram “tudo de uma vez agora” no estúdio Mosh.

Sem dúvida, um dos melhores discos do BRock, infelizmente pouco conhecido, com músicas de influência mod e pós-punk.

Edgard Scandurra, nosso herói da guitarra, ainda lançaria em carreira solo, o ótimo Amigos invisíveis, o qual teremos oportunidade de digeri-lo futuramente.

Destacam-se em Ao vivo no Mosh: Fora daqui, Onde li, Desespero juvenil, além das instrumentais N.4 e Limite eternidade.

Sem dúvida, uma das jóias perdidas do BRock. Ótimo disco.

A banda:

Sérgio "Pamps" Pamplona — vocals, guitar

Thomas Pappon — drums

Sandra Coutinho — bass

Edgard Scandurra — guitar



TRACK BY TRACK

1. Fora Daqui ***

2. Onde Li ***

3. Clone **

4. Desespero Juvenil ***

5. № 4 **

6. 16 Horas e Pouco **

7. Limite Eternidade **

8. Faça umas Compras ***

9. Chance de Fuga **

10. Mediocridade Afinal **

LEGENDAS:

* Terminator 3; ** Terminator 2; ***Terminator 1.



Ouça Onde li em nosso canal do Youtube: https://youtu.be/Ub_wglVFRvo


Conheça um pouco mais sobre a obra de Luiz Felipe Pondé em http://historianaolinear.blogspot.com.br/


terça-feira, 10 de janeiro de 2017


5 MÚSICAS PARA ENTENDER O BROCK



O jornalista e escritor Arthur Dapieve, em seu livro BRock (1995), divide as bandas que fizeram parte do cenário roqueiro dos anos 1980 em três níveis, levando em conta a exposição midiática e vendas de discos.

A primeira zona é formada pelos medalhões do rock nacional: RPM, Legião Urbana, Blitz, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso e Titãs.

Não é o nosso objetivo, como blog, darmos ênfase a essas bandas, por já terem ocupado o espaço merecido. Pretendemos com o Hail Rock contarmos a história das bandas que não ganharam disco de ouro, ou nem sequer foram convidadas a subirem ao palco do Programa do Bolinha, mas que mesmo assim foram indispensáveis na história do BRock.

Entretanto, é impossível entender o movimento do rock brasileiro dos anos 1980 sem conhecer a obra das bandas da primeira divisão.

Resumir toda a produção do BRock em apenas 5 músicas é algo, no mínimo, injusto. Entretanto, se você não viveu essa época, não custa nada começar a entender melhor o que se passava pela cabeça dos roqueiros brasileiros dos anos 1980.

Enjoy!

LEGIÃO URBANA. Tempo perdido. EMI-Odeon. 1986.

Se fosse possível escolher uma música que tivesse o espírito do rock brasileiro dos anos 80, seria Tempo perdido. A poesia de Renato Russo entrecortada pela guitarra de Dado Villas-Boas dão o tom desse hino juvenil. https://youtu.be/_j214reOY6I


CAZUZA. O tempo não para. Polygram. 1988.

Já livre do Barão Vermelho, Cazuza lançou discos cada vez melhores. Coroou sua discografia com o belo registro ao vivo O tempo não para. A música é atual até hoje, entretanto retrata a fase de declínio do BRock, que culminaria em 1989, com a ascensão da música sertaneja.




TITÃS. Bichos escrotos. WEA. 1986.

Com o disco Cabeça dinossauro, os Titãs deram uma guinada de 180 graus e escreveram de vez se nome na calçada da fama do BRock. Vão se foder!!! https://youtu.be/bxvPFolUaHA



RPM. Rádio pirata. CBS. 1985.

A banda que explodiu as vendas de discos em 1985 e 1986 e invadiu todas as paradas. Riff poderoso. Todo mundo cantou essa música. https://youtu.be/hKqzPB8Oirk 



ULTRAJE A RIGOR. Inútil. WEA. 1983.

Lançada inicialmente em 1983, no formato compacto, foi a música que servia para testar o som nos comícios da campanha Diretas Já. Até Ulysses Guimarães gostava dessa música.



Conheça a história de Hans Staden, que foi levado por índios tupinambás e quase vira churrasco em http://historianaolinear.blogspot.com.br/

sábado, 7 de janeiro de 2017


ISSO AÍ, MEU!





VÁRIOS. Não São Paulo. Baratos Afins, 1986.

Assim como os cariocas (Rock voador) e os gaúchos (Rock grande do sul), os paulistas reuniriam bandas de sua cena roqueira local e registram em vinil.

Com o título Não São Paulo, inspirado no disco No New York (Não Nova Iorque), de fins da década de 1970, o lançamento trazia faixas de Muzak, Chance, Ness e Akira & as garotas que erraram. Foi realizado pela gravadora Baratos Afins e lançado em 1986.

Diferente do que aconteceu com as bandas gaúchas, seus pares paulistas não obtiveram a mesma expressão comercial, apesar de adquirirem certa relevância na história do BRock.

Ness, Muzak, Chance e Akira S. & as garotas que erraram eram representantes do rock underground paulista e traduziam como ninguém o que se produzia no circuito dark, gótico, pós-punk de São Paulo.

De uma forma geral, todas as músicas presentes no álbum Não São Paulo, representavam essa vertente pós-punk, principalmente o gótico.


TRACK BY TRACK

1.    Sobre as Pernas. Akira S. e as Garotas que Erraram. **

2.    Jovens Ateus. Muzak. **

3.    Samba do Morro. Chance. *

Nada de samba. Mistuta de música japonesa com MPB.

4.    Adeus, Buck Rogers. Ness. **

5.    Ilha Urbana. Muzak. **

6.    M.R.O. Ness. **

7.    Swing Basses Series I (Eu Dirijo o Carro-Bomba).  Akira S. e as Garotas que Erraram.*

Tecnopop, com baixo funk.

8.    O Striptease de Mme. X.  Chance. * Piano que lembra Sometimes it snows in april (Prince, 1986), vocal gótico. Parece Last night I dreamed somebody loved me dos Smiths. Mas não é uma coisa, nem outra.



LEGENDA DAS FAIXAS:

* Galactica; ** Star Trek; *** Star Wars.



Ouça Adeus Buck Rogers com a banda Ness: https://youtu.be/9MqZVeBpddc



Descubra quem é Buck Rogers, sucesso sci-fi dos anos 1980, referência da canção da banda Ness:  https://youtu.be/T3K9WXJ2pyk



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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O ROCK QUE VEIO DO SUL





VÁRIOS. Rock grande do sul. RCA, 1985.
Da mesma forma que a gravadora WEA tentou lançar novos nomes do rock carioca por meio do lançamento do disco Rock voador, em parceria com o Circo Voador e a Fluminense FM, a RCA escolheu, por meio de uma seleção, novos nomes do rock gaúcho para o lançamento do disco Rock grande do sul, em 1985.
A grande diferença entre os dois lançamentos é que enquanto a aposta carioca só emplacaria como revelação a banda Kid abelha & os abóboras selvagens, o disco da RCA, com os gaúchos, lançava aquelas que seriam as bandas de maior expressividade do rock dos pampas.
A partir desta coletânea as bandas Replicantes, TNT, DeFalla, Garotos da Rua e Engenheiros do Hawaii tiveram a carreira consolidada e estes últimos tiveram grande relevância no cenário do BRock.
Todas as bandas selecionadas, após a participação na coletânea Rock grande do sul, lançaram discos de relativa importância no panorama do rock nacional dos anos 1980.
A banda TNT daria origem, posteriormente, aos Cascavelletes. Os Replicantes (nome inspirado nos andróides do filme Blade runner) seriam uma das mais expressivas bandas punk do Brasil. DeFalla lançaria albuns erráticos nos anos posteriores e mudaria de estilo em cada disco lançado. Garotos da rua alcançaria um razoável sucesso comercial, e Engenheiros do Hawaii escreveria seu nome no hall da fama do rock tupiniquim, com albuns antológicos como A revolta dos dândis (1987), Ouça o que eu digo: não ouça ninguém (1988) e O papa é pop (1990).
Rock grande do sul (1985) serviu como um aperitivo para o que o rock gaúcho viria a oferecer à história do rock brasileiro.

TRACK BY TRACK
1.     Engenheiros do Hawaii - "Sopa de Letrinhas" (Humberto GessingerMarcelo Pitz) – Versão diferente da que foi lançada no album Longe demais...**
2.     Os Replicantes - "Surfista Calhorda" (Carlos GerbaseHeron Heinz) – Um prelúdio calmo só pra te enganar, depois a pancada. Punk de primeira.***
3.     TNT - "Entra Nessa" (Charles MasterFlávio Basso) – 2:59 **
4.     Garotos da Rua - "Sozinho Outra Vez" (Carlos CaramesJosé F. Mello) – *
5.     DeFalla - "Você Me Disse" (Edu K) – Vocal a la Guilherme Isnard. **
6.     Garotos da Rua - "Tô de Saco Cheio" (Carlos Carames, José F. Mello) – Rock adolescente. Maior sucesso radiofônico da banda.**
7.     Engenheiros do Hawaii - "Segurança" (Humberto Gessinger) – Colocou os Engenheiros nas rádios de todo o país. ***
8.     TNT - "Estou na Mão (Charles Master, Flávio Basso) – Levada JG. **
9.     DeFalla - "Instinto Sexual" (Edu K) – Batida rápida. Pós-punk. **
10. Os Replicantes - "A Verdadeira Corrida Espacial" (Carlos Gerbase, Cláudio Heinz) – Mais speed. Refrão colado. ***

LEGENDA DAS NOTAS:
* Vera Fischer em Laços de família; ** Vera Fischer em Mandala; *** Vera Fischer em A Super fêmea.
Ouça Tô de saco cheio com Os Garotos da Rua em nosso canal do YouTube.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

ROCK VOADOR




VÁRIOS. Rock voador. WEA, 1982.

Podemos dividir o período da explosão do rock brasileiro na década de 1980 em três fases: a primeira inicia-se em 1982, com o lançamento do compacto da Blitz, e vai até 1985, com o surgimento de algumas bandas no rastro da turma de Evandro Mesquita.
Em janeiro de 1985, o Rock in Rio, abriria a segunda fase do Brock e as portas do país para as grandes bandas do cenário mundial, impelindo as bandas nacionais a atingirem o padrão e a profissionalização internacional, abandonando de vez o amadorismo. Essa fase segue com o lançamento de várias bandas talentosas e consagra outras tantas, culminando com o declínio do rock por parte da mídia (televisão e rádio) que começa a dar espaço para os sertanejos, por volta de 1989, coincidentemente ou não com a ascensão de Fernando Collor.
O rock só deu certo enquanto rendia dividendos para as gravadoras, claro.
Em 1982, após o estouro de vendas da Blitz, as gravadoras procuravam novas bandas para lançarem discos e lucrarem em cima da nova onda que ressurgia.
Por essa época, a Fluminense FM, do Rio de Janeiro, já exibia a alcunha de rádio-rock, e colocava no lugar as gravações em fita K7 das bandas de garagem que começavam a surgir, com um certo sucesso.
Além disso, o Circo Voador, local onde surgiu a Blitz, estava sempre disposto a abrir suas portas para as novas bandas que se iniciavam no caminho em busca do sucesso e da fama.
A gravadora Warner aproveitou a situação, e em conjunto com o Circo Voador e a Fluminense FM lançou ainda em 1982 o album Rock voador, com seis promessas do novo rock brasileiro.
Entre essas promessas, encontrava-se uma banda chamada Kid Abelha & os abóboras selvagens, formada por Leoni e sua namorada, Paula Toller, que participaram do albúm com duas faixas: Distração e Vida de Cão é Chato pra Cachorro.
Fora a participação do Kid Abelha, o que observamos é uma seleção de grupos que não se alimentam da mesma fonte que faria surgir o rock dos anos 1980, resultado do punk inglês, que deu origem ao pós-punk e a new wave, e logo após, o gótico (ou dark).
Nenhuma das outras atrações presentes no albúm Rock voador soa assim. A maioria tem o som das décadas anteriores, e o resultado disso é que só o Kid Abelha viria a ser uma estrela na constelação do rock nacional dos anos 1980.


TRACK BY TRACK

1."Brilhar a Minha Estrela"  Sangue da Cidade **
Levada reggae. Percussão típica. O que um reggae faz aqui??
2."Distração"  Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens ***
O Kid Abelha dizia a que vinha. Primórdios da new wave no Brasil.
3."Saio do Ar"  Malu Vianna **
Mistura de A Cor do Som com banda Metrô.
4."Brilho na Noite"  Blues Boy **
Celso Blues Boy, o afilhado de BB King. O rei do blues brasileiro.
5."Numa Noite Qualquer"  Papel de Mil **
Rock no estilo Jovem Guarda, anos 60. Poderia ficar muito bem na voz de Jerry Adriany.
6."Grão da Poeira"  Maurício Mello & Companhia Mágica **
Rock anos 70, lembra os Secos & Molhados com bateria do Kiss. Boa levada.
7."Vê se Me Esquece"  Malu Vianna **
Aqui Malu Vianna se aventura em um blues também a la Celso Blues Boy.
8."Novo Amor"  Papel de Mil *
Horrível, brega. Só salva a gaita no final.
9."Tenho Que Viver"  Maurício Mello & Companhia Mágica *
10."Vida de Cão é Chato pra Cachorro"  Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens **
New wave com Jazz. A versão canina para História de uma gata (Nós gatos já nascemos pobres...).
11."Caminhando"  Blues Boy **
Rhythm and blues do velho cachorrão.
12."Feito Louco"  Sangue Da Cidade *
Sem palavras.

LEGENDA DAS NOTAS:
* Sônia Braga em Aquarius; ** Sônia Braga em Tieta do Agreste; *** Sônia Braga em Gabriela.

Ouça Distração com Kid Abelha & os abóboras selvagens em nosso canal do YouTube.


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